FAQ
Perguntas frequentes
O ozônio (O₃) é formado a partir do oxigênio (O₂).
Nos sistemas da Brasil Ozônio, ele é gerado no próprio local de aplicação e transferido para o meio a ser tratado, como água, gases, alimentos, matérias-primas, ambientes, superfícies, entre outros.
Depois de reagir, o ozônio se decompõe novamente em oxigênio.
O ozônio possui elevada capacidade de oxidação e atividade antimicrobiana, com atuação sobre bactérias, vírus, fungos, leveduras e protozoários.
A eficiência, porém, depende de fatores como:
- Concentração;
- Produção;
- Tempo de contato;
- Forma de transferência;
- Características específicas de cada processo.
Sim .
Devido mecanismo de destruição dos microrganismos no interior da célula;
- O Cloro atua por difusão através da parede celular,
- O Ozônio, quando em alta concentração, age diretamente na parede celular causando sua ruptura
Pelo motivo acima, literaturas científicas indicam o Ozônio, quando em alta concentração ser “100 vezes mais potente que o cloro” e “3.000 vezes mais rápido”.
O ozônio é produzido a partir do oxigênio e, depois de reagir, volta a se decompor em oxigênio.
Por isso, o próprio ozônio não deixa um residual químico persistente após sua atuação.
Essa característica é especialmente interessante para processos que buscam reduzir ou eliminar, quando tecnicamente possível, o uso de determinados produtos químicos.
Não. O ozônio é produzido no próprio local e no momento em que será utilizado.
O sistema utiliza o Oxigênio contido no ar ambiente como matéria-prima, aumentando sua concentração de 21,5% para 93% através concentrador de oxigênio, evitando a necessidade de compra, transporte ou armazenamento do próprio gás ozônio.
A Brasil Ozônio possui aplicações em:
• Tratamento de água, afluentes e efluentes;
• Alimentos e bebidas;
• Frutas, verduras e grãos;
• Câmaras frias;
• Tratamento de gases e odores;
• Piscinas;
• Carcinicultura;
• Remediação ambiental;
• Ambientes e superfícies;
• Outros processos industriais.
Não necessariamente.
Cada aplicação possui características próprias, como volume, vazão, temperatura, tipo de contaminante, características do produto ou fluido, concentração necessária, tempo de contato e resultado esperado.
Por isso, a Brasil Ozônio primeiro analisa a necessidade antes de definir a solução.
A Brasil Ozônio não fabrica e comercializa apenas um gerador.
Desenvolvemos um sistema completo de geração e transferência de ozônio em alta concentração, dimensionado especificamente para a necessidade de cada cliente.
Dependendo do projeto, o sistema pode integrar:
• Concentrador de oxigênio;
• Gerador de ozônio;
• Sistema de transferência;
• Quadro de comando e automação ;
O objetivo não é simplesmente produzir ozônio, mas gerar a concentração necessária, garantir sua transferência e tempo de contato adequada para o processo.
Porque gerar ozônio é apenas uma parte da aplicação.
Para alcançar o resultado esperado, também é necessário controlar:
• Concentração;
• Quantidade produzida;
• Vazão;
• Tempo de contato;
• Forma de transferência;
• Volume tratado;
• Características do contaminante;
• Automação e controle do processo.
É a integração desses fatores que transforma um gerador em uma solução completa de ozonização.
Não.
A Brasil Ozônio trabalha com soluções customizadas.
Os sistemas são modulares, automatizados e dimensionados de acordo com as condições específicas de cada operação, além de permitirem maior facilidade de manutenção e expansão.
O ozônio funciona quando é gerado, transferido e aplicado na concentração necessária e fase para cada processo.
Um dos principais equívocos do mercado é confundir produzir ozônio com realizar uma ozonização eficiente.
Um equipamento pode gerar ozônio suficiente para que seu odor seja percebido e, ainda assim, não entregar, no ponto de aplicação, a concentração e produção necessárias para alcançar o resultado esperado.
Em outras palavras: sentir “cheiro de ozônio” não significa que exista concentração e produção suficientes para realizar o tratamento.
Para utilizar efetivamente as propriedades germicidas e oxidantes do ozônio, é necessário um sistema capaz de:
• Gerar ozônio em alta concentração;
• Produzir a quantidade necessária para o processo;
• Transferir o gás de forma eficiente;
• Medir e controlar a concentração;
• Definir o tempo de contato;
• Considerar a vazão e o volume;
• Adaptar a aplicação ao contaminante e ao processo;
• Validar tecnicamente os resultados.
É justamente por isso que a Brasil Ozônio trabalha com sistemas completos de geração e transferência de ozônio em alta concentração, e não apenas com geradores.
Gerar ozônio é uma coisa. Alcançar e transferir a concentração, produção e tempo de contato necessária para obter o resultado é outra.
Antes de recomendar uma solução, a Brasil Ozônio busca compreender a necessidade, as condições da operação e o resultado esperado.
Quando a aplicação exige validação, são realizados testes para verificar a eficiência da tecnologia e levantar os parâmetros necessários para o projeto.
A empresa possui, inclusive, uma Unidade Móvel contendo um Sistema de Geração e Transferência de Ozônio para efetivação de Testes, que permite realizar avaliações diretamente em campo.
Sim.
Quando uma aplicação precisa ser validada, os testes são realizados antes da apresentação da proposta comercial.
O objetivo é verificar se a tecnologia consegue atingir a eficiência necessária naquela aplicação e obter os dados necessários para dimensionar corretamente a solução.
A venda ocorre depois que os testes indicam eficiência e permitem validar tecnicamente a solução.
Dependendo da aplicação, os testes podem acontecer na própria Brasil Ozônio ou diretamente nas instalações do cliente.
Quando as condições reais de produção interferem significativamente no resultado, testar em campo permite analisar o comportamento da tecnologia dentro da própria operação.
A Brasil Ozônio possui uma Unidade Móvel contendo um Sistema de Geração e Transferência de Ozônio para efetivação de Testes destinada a esse tipo de avaliação.
Os parâmetros variam conforme a aplicação e podem incluir:
• Eficiência microbiológica;
• Concentração necessária de ozônio;
• Tempo de contato;
• Vazão;
• Características da água, do gás, do alimento ou da matéria-prima;
• Redução de contaminantes;
• Impacto sobre o produto;
• Condições reais de operação.
O objetivo não é apenas descobrir se o ozônio funciona, mas principalmente determinar como ele deve ser aplicado para funcionar naquele processo específico.
Os resultados são analisados pela equipe técnica e passam a orientar o dimensionamento do projeto.
A partir dos dados obtidos, são definidos:
• Capacidade necessária;
• Concentração;
• Forma de transferência;
• Componentes;
• Automação;
• Configuração do sistema.
Somente depois dessa validação é estruturada a proposta comercial.
A aplicação é revista antes da venda.
A função da validação é justamente eliminar o risco para o cliente e evitar a aquisição de um equipamento que não entregue o resultado necessário.
Por isso, na Brasil Ozônio:
A proposta comercial é consequência da validação técnica, e não o ponto de partida do projeto.
Sim.
Dependendo da aplicação, a tecnologia pode atuar na:
• Descontaminação microbiológica;
• Mitigação de cor e odor;
• Oxidação de determinados metais como Ferro e Manganês ;
• Oxidação de matéria orgânica DBO e DQO .
*Em efluentes, existem também aplicações relacionadas à redução de DBO e DQO e ao auxílio à floculação, quando o processo é associado à filtragem.
Sim, dependendo do alimento e do processo.
A Brasil Ozônio possui aplicações na higienização e sanitização de frutas, verduras, legumes e grãos, além da utilização da tecnologia em câmaras frias.
Entre as possibilidades de aplicação estão:
• Mitigação de fungos e bactérias;
• Remoção de etileno;
• Retardamento do amadurecimento;
• Aumento da vida útil, ou shelf life, do produto;
• Economia de até 90% de água;
• A garantia da não ocorrência de residuais químicos nos produtos;
• A mitigação de residuais de agrotóxicos na superfície dos produtos;
Os resultados devem ser avaliados e validados para cada produto e condição operacional.
Sim.
O objetivo não é simplesmente mascarar o cheiro.
A tecnologia atua por oxidação, promovendo a quebra de cadeias moleculares relacionadas a substâncias odorosas e tóxicas.
A Brasil Ozônio possui aplicações em processos de fabricação e/ou utilização em:
• Fertilizantes;
• Ração animal;
• Solventes;
• Salas de pintura;
• Gráficas;
• Outros processos industriais.
Sim.
Por ser o fabricante, garante:
• Suporte técnico;
• Manutenção preventiva;
• Manutenção corretiva;
• Peças, partes e componentes;
• Atendimento de acordo com a necessidade do sistema instalado.
Por desenvolver a própria tecnologia, a Brasil Ozônio possui domínio técnico sobre o funcionamento, os componentes, as adaptações e as possíveis expansões do sistema.
Uma solução.
O equipamento é apenas uma parte do projeto.
Primeiro, entendemos o problema do cliente. Depois, analisamos a aplicação, realizamos testes quando necessário e validamos sua eficiência.
Com esses dados, dimensionamos um sistema completo de geração e transferência de ozônio em alta concentração, desenvolvido de acordo com a necessidade específica de cada operação.
A solução pode envolver:
• Diagnóstico;
• Testes;
• Validação;
• Dimensionamento;
• Geração em alta concentração;
• Sistema de transferência;
• Automação;
• Fabricação;
• Instalação;
• Suporte;
• Manutenção.
• Avaliação junto ao cliente dos “Custos x Benefícios” Técnicos, Econômicos, Ambientais e Sociais
A Brasil Ozônio desenvolve tecnologia nacional, sistemas modulares e automatizados, soluções customizadas, instalação e manutenção própria.
Não vendemos um gerador para depois descobrir se ele resolve o problema. Primeiro testamos e validamos. Depois, dimensionamos e entregamos a solução.
